A Narrativa Verídica de uma Esposa Liberal
Ana tinha 35 anos, um casamento estável, dois filhos e uma vida “normal”. Até ao dia em que decidiu ser honesta consigo própria — e com o marido.
Uma história verdadeira, corajosa e profundamente íntima sobre desejo,
liberdade e a descoberta de si mesma dentro do casamento.
Escrito com uma honestidade rara, este livro é mais do que uma história pessoal — é um convite para refletir sobre os limites que impomos a nós mesmas e ao amor.
Jornada Íntima é a narrativa verídica de uma mulher que decidiu viver a sua sexualidade com liberdade e autenticidade, mesmo dentro de um casamento tradicional.
Com coragem e vulnerabilidade, a autora partilha os seus desejos, os momentos de dúvida, as conversas difíceis com o marido e as descobertas que transformaram não só a sua relação, mas também a forma como se vê a si própria.
Este não é um livro de conselhos. É uma história real, íntima e profundamente humana sobre amor, desejo, consentimento e autoconhecimento.
Uma voz honesta que não esconde as contradições, os medos nem os momentos de êxtase.
Conversas difíceis com o marido, amigos e consigo mesma, escritas com uma naturalidade comovente.
Uma reflexão profunda sobre o que significa realmente ser livre dentro de uma relação.
“Li de um fôlego. É raro encontrar uma mulher que escreve sobre desejo com tanta dignidade e sem cair em clichês. Fez-me repensar o meu próprio casamento.”
“Não é um livro erótico. É muito mais. É sobre a coragem de ser honesta com a pessoa que amamos. Chorei em vários capítulos. Recomendo de olhos fechados.”
“Este livro deu-me permissão para falar sobre coisas que nunca tinha conseguido dizer em voz alta. A autora tem uma sensibilidade única. Obrigada por esta partilha tão generosa.”
Junta-te a milhares de leitores que já se deixaram tocar por esta história verdadeira.
Disponível em ebook, papel e audiolivro • Entrega em 2-3 dias úteis
Edição de 2026 • 248 páginas
Pagamento seguro • 30 dias de garantia de satisfação
Ele chegou mais tarde do que o combinado. Eu já estava no hotel há quase uma hora, sentada na beira da cama, com o casaco ainda vestido. O coração batia-me tão forte que parecia que ia sair-me pela boca.
Quando a porta se abriu, não trocámos palavras. Apenas olhámos um para o outro durante uns segundos eternos. Depois, ele fechou a porta atrás de si e eu levantei-me. As minhas pernas tremiam.
“Estás linda”, murmurou ele, aproximando-se devagar. Eu sorri, mas não respondi. Não era preciso. Aquele momento já tinha sido vivido mil vezes na minha cabeça.
As mãos dele tocaram-me o rosto com uma delicadeza que me desarmou completamente. Não era só desejo. Era respeito. Era a confirmação silenciosa de que estávamos ali por escolha, sem mentiras, sem culpa.
Fechámos os olhos ao mesmo tempo. E pela primeira vez em muitos anos, senti que estava exatamente onde devia estar.